Abril de 2007 | Humor | Cristian Menezes | Márcio Acciolly
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  • *José Luiz Andrade Duizith

    May 14, 2007 16h12

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    AS “MARAVILHAS” DO FUTEBOL .... EM RONDÔNIA (A visão de alguns da Imprensa)


    O futebol profissional no estado de Rondônia passa por uma transformação. Equipes novas aparecendo no cenário estadual, surgindo da segunda divisão com acesso a primeira, e mostrando que vem mais organizadas do que as que estavam anteriormente dominando o Campeonato.
    Estas são as maravilhas do esporte, a transformação, novos campeões, novas torcidas, campeonato movimentando a imprensa esportiva, bastidores, quedas de técnicos, novas contratações, etc.
    O que há; de novo? O que há de diferente? O que nos chama atenção?
    Parece brincadeira, mas a(s) equipe(s) lutam diariamente contra a falta de apoio, patrocínio, adversários, e o pior, contra alguns “cronistas esportivos”.
    Como é interessante lermos em jornais e sites as análises de alguns dos “ditos” entendidos e “supostos” cronistas, com uma capacidade extrema de não colaborar em nada com as equipes e o futebol. O problema é eu fazer este comentário (hiiiiii, acabei de fazer). Melhor ficar quieto, pois ainda se compra uma briga sem precedentes, pois estes mesmos possuem diariamente sua coluninha ou seu espaço em uma programinhas de TV para falar o que quer, e o que é pior, sempre possuem razão. Então como discutir? O melhor mesmo é ficar quieto!
    Espere, não estou falando de você, estou apenas falando daqueles que não vão a campo, não acompanham os treinos e os jogos, mas gostam de falar bobagens ou se dizer “profissionais”.
    Não, espere aí, não fique bravo ainda, não é você, são aqueles que conseguem ver o jogo (quando o vêem) apenas do seu “ângulo”, pior, querem mais é alfinetar, criticar, efalar mal. Realmente, acho que é dor de cotovelo, e como já falei uma vez, se for dor, melhoral!

    Querem exemplos? Pois bem, vão alguns (se servir a carapuça, foi sem querer):

    1. Time sai de seu município e vai jogar fora de casa. Joga e empata. Jornalista “especializado” comenta em seu artigo: “Time de casa arranca empate do time visitante em pleno estádio XXX”. Espere aí, não deveria ser ao contrário? Lembrei, não sou eu o especialista, me desculpem.
    2. “Jornalista” “especializado” e torcedor do outro time. Dois eventos importante no mesmo dia.
      1. Time A dança e não consegue a vaga da série C (acho que estava nas entrelinhas – hahahahahahaha). Destaque da capa e pequena alfinetada, “dança”.
      2. Decepção: Time B cai para a segunda divisão. (Quase não vira matéria. Notícia de rodapé, e quase um choro do “cronista”).

    Não falei nada, nem disse que tenho razão nesta análise, mas que parece que é dor de cotovelo, isso parece.

    1. Último exemplo, prometo:
      1. Time A vai jogar fora de casa e arranca um empate importante, na fase de classificação para a final do estadual, pois além de estar desfalcado, possuía apenas 4 jogadores no banco, sendo um goleiro. Adivinhem a análise do “Jornalista” “Especializado”, “que não estava no campo e não vai mesmo” fez?

    Me perguntam. Você acha que a coisa é pessoal ou a análise é profissional?
    Acho que vou parar por aqui.
    O meu recado, curto, prometo: “Srs. falem, comentem, critiquem, analisem, somos favoráveis a tudo isso, queremos crescer, aprender e principalmente contribuir. Mas sejam profissionais, e para isso a receita é simples – vençam suas vaidades, seus egoísmos e suas invejas – sejam éticos e respeitem o trabalho e as famílias de muitos que estão envolvidos neste cenário.
    Agora, é esperar para ver. Será que irá se comprovar o que falei anteriormente (O problema é fazer estes comentários, pois sem querer devo comprar uma briga sem precedentes, pois estes mesmos possuem diariamente sua coluninha ou seu espaço em uma Tv-zinha para falar o que quer, e o que é pior, sempre possuem razão)?
    Bom, como falei, é esperar para ver. Se você ver a crítica da crítica deste artigo em algum site ou tv, pode ter certeza de três coisas:

    1. Que bom que meus artigos no site do Gutierrez estão sendo lidos.
    2. Se a carapuça serviu para alguém, serviu para estes críticos que estão neste momento criticando este artigo em suas coluninhas ou programinhas de TV.
    3. Não, eu não sei nada, não sou o expert, estou apenas comentando, falando, citando, como todos fazem. Mas essa é minha última vez, falarei de agora em diante do que eu tenho certeza, serei profissional, prometo.


    José Luiz Andrade Duizith é o Diretor-Geral do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJ/Ulbra)
    jose.duizith@intext.com.br

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